Ollanta Humala









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Ollanta Humala


Ollanta Humala em Brasília, 2011
94.º Presidente do Peru
Período

28 de julho de 2011
a 28 de julho de 2016
Vice-presidente

Marisol Espinoza
Antecessor

Alan García
Sucessor

Pedro Pablo Kuczynski
Presidente do Partido Nacionalista Peruano Logo PNP.jpg
Período

3 de outubro de 2005
a atualidade
Dados pessoais
Nome completo
Ollanta Moisés Humala Tasso
Nascimento

27 de junho de 1962 (56 anos)
Lima,  Peru

Alma mater
Escuela Militar de Chorrillos
Pontificia Universidad Católica del Perú
Primeira-dama

Nadine Heredia
Partido

Logo PNP.jpg Partido Nacionalista Peruano
Religião

Catolicismo
Profissão

militar
Assinatura

Assinatura de Ollanta Humala
Website

Presidencia de la Republica del Perú
Serviço militar
Lealdade

 Peru
Serviço/ramo

Exército
Anos de serviço
1980–2005
Graduação

Tenente-coronel
Batalhas/guerras

Conflito interno no Peru
Guerra de Cenepa

Ollanta Moisés Humala Tasso GColIH (Lima, 27 de junho de 1962) é um militar e político peruano. Humala é o líder do Partido Nacionalista Peruano. De tendência esquerdista e nacionalista, Humala conquistou a presidência do Peru em 5 de junho de 2011, derrotando Keiko Fujimori, filha de Alberto Fujimori.[1]




Índice






  • 1 Biografia


  • 2 Eleições de 2006


  • 3 Presidente do Peru


  • 4 Referências


  • 5 Ligações externas





Biografia |


Líder da esquerda nacionalista, Ollanta Humala é o segundo de sete irmãos, filho de Elena Tasso e Isaac Humala Núñez. O pai, um ex-líder socialista e fundador do chamado etnocacerismo, colocou em seus filhos nomes Incas como Pachacutec, Ima Sumac, Cusicollur ou Antauro. De acordo com o pai de Humala, Ollanta significa "guerreiro que tudo olha".


Começou sua carreira militar em 1980, quando entrou, ao lado do seu irmão Antauro, na Academia Militar. Um ano mais tarde cursou a Escola das Américas, nos Estados Unidos.


No início da década de 1990, Humala, como capitão, foi enviado para uma região do país com forte presença do movimento guerrilheiro Sendero Luminoso.


Na zona de Madre Mía, em 1992, houve confrontos entre colonos e soldados e anos mais tarde, foi relatado que Ollanta teria estado envolvido em violações dos direitos humanos. No entanto, nada foi comprovado.


Após a queda de Alberto Fujimori em novembro de 2001, Ollanta foi anistiado pelo Congresso e estudou ciência política na Universidade Católica. Com Alejandro Toledo como presidente, foi adido militar na embaixada do Peru para a França. Em Paris, fez cursos de pós-graduação na Sorbonne, até 2004, quando se aposentou. Apareceu na apresentação do grupo 4 de Oficina de Relações Internacionais na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, na qual o aluno Luiz Henrique fez um discurso magistral.



Eleições de 2006 |


Em outubro de 2005 ele fundou o Partido Nacionalista Peruano, e anunciou sua candidatura para a eleição geral de 2006. Com um discurso de esquerda foi derrotado por Alan Garcia nas urnas.


Neste pleito, Humala recebera apoio público de Hugo Chávez e de Evo Morales, durante uma visita deste último a Caracas em 3 de janeiro de 2006. Esse fato gerou repúdio do governo e de líderes políticos peruanos, que consideraram o apoio um caso de intromissão externa na política local.[2]



Presidente do Peru |


Nas eleições gerais no Peru em 2011, com um discurso mais moderado, tendo Luiz Inácio Lula da Silva como um modelo,[3] voltou a se candidatar à presidência do Peru.


Foi o mais votado no primeiro turno e venceu o pleito no segundo turno por estreita margem. Como no sistema político peruano são necessários dois vice-presidentes, foram eleitos Marisol Espinoza como primeira vice-presidente e Omar Chehade como segundo vice-presidente. Todos os eleitos foram empossados em 28 de julho de 2011, sem a presença do ex-presidente Alan Garcia e com a visita de sete presidentes de outras nações, entre eles, Dilma Rousseff, presidente do Brasil.


A 19 de Novembro de 2012 foi agraciado com o Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.[4]
Em 13 de Julho de 2017, Ollanta e sua esposa Nadine foram condenados e presos, decisão feita pelo juiz Richard Concepción, em 1 ano e 6 meses por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro em suas campanhas presidenciais de 2006 e 2011. Tendo um suposto envolvimento do ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez e de terem recebido 3 milhões de dólares das construtoras brasileiras OAS e Odebrecht.



Referências




  1. Humala vence eleições presidenciais no Peru, segundo resultados oficiais (Folha.com)


  2. UOL, 1/5/2006


  3. Dilma participa de cerimônia de posse no Peru


  4. «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Ollanta Humala Tasso". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 23 de abril de 2015 



Ligações externas |



  • Noticiário da BBC em inglês sobre a visita de Hugo Chaves a Humala

  • Biografia de Ollanta Humala em espanhol no jornal "Clarín"






Precedido por
Alan García

Presidente do Peru
2011 - 2016
Sucedido por
Pedro Pablo Kuczynski





Precedido por
Fernando Lugo

Presidente da UNASUL
2012 - 2013
Sucedido por
Dési Bouterse














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