Magé




































































































Município de Magé

"Cidade Cachoeira"

Igreja Nossa Sra. da Piedade no Centro de Magé.

Igreja Nossa Sra. da Piedade no Centro de Magé.











Bandeira de Magé


Brasão de Magé


Bandeira

Brasão


Hino
Fundação

9 de junho de 1565 (453 anos)

Gentílico

mageense [1][2][3]

Padroeiro(a)
Nossa Senhora da Piedade

Prefeito(a)
Rafael Santos de Souza (PPS)
(2017 – 2020)
Localização

Localização de Magé

Localização de Magé no Rio de Janeiro


Magé está localizado em: Brasil


Magé


Localização de Magé no Brasil

22° 39' 10" S 43° 02' 27" O22° 39' 10" S 43° 02' 27" O

Unidade federativa

Rio de Janeiro

Mesorregião

Metropolitana do Rio de Janeiro IBGE/2008[4]

Microrregião

Rio de Janeiro IBGE/2008[4]

Região metropolitana

Rio de Janeiro
Municípios limítrofes

Duque de Caxias, Guapimirim e Petrópolis
Distância até a capital
50 km
Características geográficas

Área
385,696 km² [5]

População
237 420 hab. Estimativa IBGE/2017 [6]

Densidade
615,56 hab./km²

Altitude
entre -3 e 5 m

Clima

tropical Aw

Fuso horário

UTC−3
Indicadores

IDH-M
0,709 (RJ: 57º) – alto PNUD/2010[7]

PIB

R$ 1 675 617,783 mil IBGE/2008[8]

PIB per capita

R$ 6 954,50 IBGE/2008[8]
Página oficial

Prefeitura

Prefeitura Municipal de Magé

Câmara

Câmara Municipal de Magé

Magé é um município da Baixada Fuminense, situado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Seu ponto turístico mais famoso é a 1ª Estrada de Ferro do Brasil, construída em 1854 por Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá.


Fica ao norte da capital do estado, distando desta cerca de 50 quilômetros. Localiza-se a 22º39'10" de latitude sul e 43º02'26" de longitude oeste, a uma altitude de cinco metros. Ocupa uma área de 385,7 quilômetros quadrados. Sua população, em 2017, foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 237.420[6] habitantes, sendo, assim, o 11º município mais populoso do estado do Rio de Janeiro.[9] O Arco Metropolitano do Rio de Janeiro (BR-493 Trechos Rio-Magé e Magé-Manilha que ainda não está duplicada e ainda estando em pista simples ) é o principal meio de acesso a cidade.




Índice






  • 1 História


  • 2 Prefeitos


  • 3 Subdivisões


  • 4 Geografia


    • 4.1 Hidrografia


    • 4.2 Relevo


    • 4.3 Clima




  • 5 Economia


    • 5.1 Ferrovias




  • 6 Turismo


    • 6.1 Palácio Anchieta


    • 6.2 Capela de Nosso Senhor do Bonfim e Mirindiba


    • 6.3 Caminho do Ouro




  • 7 Ver também


  • 8 Notas


  • 9 Referências


  • 10 Ligações externas





História |


Por volta do ano 1000, os índios tapuias que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de povos tupis procedentes da Amazônia. Quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região, no século XVI, a mesma era ocupada pela tribo tupi dos tupinambás, também conhecidos como tamoios[10].


O atual município tem origem no povoado de Magepemirim, fundado em 1566 por colonos portugueses. Possuía um dos principais portos da região, onde muitos navios negreiros descarregavam os escravos. Em 1696, foi criada a freguesia de Magé,[11] e, em 1789, o concelho com a designação atual. A vila foi elevada a cidade em 1857. Durante a monarquia, foi criado o baronato de Magé em 1810. Este foi elevado a viscondado em 1811.[12][13]



Prefeitos |


  • Lista de prefeitos de Magé


Subdivisões |



Ver artigo principal: Subdivisões de Magé

A freguesia foi criada, com a denominação de Magé, por alvará, no dia 18 de janeiro de 1696; e também pelos decretos estaduais 1, de 8 de maio de 1892, e 1A, de 6 de março de 1892.


Elevado à categoria de vila com a denominação de Magé, por força do ato de 9 de junho de 1789, o seu território foi constituído com terras desmembradas do município de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive ilhas do pequeno arquipélago de Paquetá. Era constituído de cinco distritos: Magé, Guapimirim, Suruí, Inhomirim e Guia de Pacopahyba. Instalado em 12 de junho de 1789.


Elevado à condição de cidade com a denominação de Magé, por efeito da Lei ou Decreto Provincial 965, de 2 de outubro de 1857.


Pelos decretos estaduais Um, de 8 de maio de 1892 e Um-A, de 3 de junho de 1892, foram criados os distritos de Inhomirim e de Santo Aleixo e anexados ao município de Magé. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de seis distritos: Magé, Guapimirim, Guia de Pacobaíba, Inhomirim, ( Esse distrito foi cedido por Nova Iguaçu), Santo Aleixo e Suruí. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960.


A Lei Estadual 1 772, de 21 de dezembro de 1990, desmembrou, do município de Magé, o distrito de Guapimirim, o qual foi elevado à categoria de município.



Geografia |


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a área do município é de 385,7 km², sendo que 215,941 km² constituem a zona urbana e os 12,209 km² restantes constituem a zona rural.


Juntamente com os municípios de Guapimirim, Petrópolis, Teresópolis, Friburgo, São José do Vale do Rio Preto, Três Rios, Comendador Levy Gasparian, Areal e Cachoeiras de Macacu, Magé compõe a região turística do Rio de Janeiro chamada Serra Verde Imperial.



Hidrografia |


Magé é cortado por 5 rios principais e seus afluentes. Todos desaguam na Baía de Guanabara.



  • Rio Roncador

  • Rio Inhomirim

  • Rio Suruí

  • Rio Magé-mirim

  • Rio Saracuruna


As praias e manguezais de Magé fazem parte da Área de Proteção Ambiental de Guapimrim (APA Guapi-Mirim), que tem como intuito preservar a única área intocada pela degradação humana da Baía de Guanabara.



Relevo |


O município encontra-se localizado num vale formado pela base da Serra dos Órgãos, e faz limite com os municípios de: Petrópolis ao norte, Duque de Caxias ao oeste, Guapimirim ao leste e com a Baía de Guanabara ao sul.



Clima |


































Gráfico climático para Magé, Rio de Janeiro
J F M A M J J A S O N D


 

 

190

 

31

22




 

 

171

 

31

22




 

 

187

 

30

21




 

 

110

 

28

20




 

 

71

 

26

17




 

 

46

 

25

16




 

 

44

 

25

15




 

 

46

 

24

16




 

 

74

 

26

17




 

 

118

 

27

18




 

 

144

 

28

20




 

 

191

 

29

21



Temperaturas em °CPrecipitações em mm
Fonte: Climate-Data.org

O clima em Magé é tropical em quase todo o município, exceto em áreas próximas ou na Serra dos Órgãos, como por exemplo Meio da Serra (um bairro bimunicipal, que também faz parte de Petrópolis) onde o clima predominante é o Tropical de Altitude.


A média de temperaturas mínimas é de 22 °C[14]. Em Inhomirim, no entanto, a temperatura pode chegar a uma média mínima de 14,4 °C[15] durante o mês de Julho, podendo causar temperaturas abaixo de 10 °C.


A menor temperatura já registrada no município foi de 2,4 °C no dia 2 de agosto de 1955 em Pau Grande, acompanhada de uma geada fraca.


Em contraste os meses mais quentes são: Janeiro e Fevereiro com média de temperaturas máximas superiores a 35 °C.



Economia |


No município há fábricas de bebidas no distrito de Inhomirim, onde se concentra a maior parte da população de Magé - cerca de 100 mil habitantes - com destaque para os bairros de Piabetá e Fragoso, onde também se encontra os maiores números de estabelecimentos comerciais.



Ferrovias |


Magé é a segunda cidade com o maior número de estações em operação no estado do Rio de Janeiro, perdendo apenas da Capital Fluminense, em um total de 12 estações em funcionamento operadas pela SuperVia. A cidade é cortada por quatro ferrovias, mas apenas duas encontram-se em operação, sendo elas respectivamente o Ramal Guapimirim e o Ramal Vila Inhomirim.



  • Ramal Guapimirim

  • Ramal Vila Inhomirim

  • Ramal Visconde de Itaboraí

  • Estrada de Ferro Leopoldina



Turismo |


Dentre os seus pontos turísticos, podemos citar o Poço Bento, com água benta pelo jesuíta José de Anchieta. Outro atrativo é a Estrada de Ferro de Guia de Pacobaíba, hoje desativada, mas que, outrora, fazia a ligação com a cidade de Petrópolis. A família imperial tomava uma barca na cidade do Rio de Janeiro em direção a Guia de Pacobaíba e, de lá, tomava o trem para Petrópolis, a "cidade imperial". Tal ferrovia é, por exemplo, citada por Machado de Assis em seu livro Memorial de Aires. Foi a primeira estrada de ferro do país. Hoje, essa estrada histórica encontra-se abandonada.




Palácio Anchieta, sede da Prefeitura de Magé



Palácio Anchieta |


Inaugurado em 22 de outubro de 1949, com características do período do Estado Novo, o palácio, situado à praça Nilo Peçanha, foi construído para ser a sede da Prefeitura Municipal de Magé pelo então prefeito José Ullmann Junior (1947-1951), na presença do Governador Edmundo de Macedo Soares. O prédio está localizado em uma praça arborizada, cercada de prédios de várias épocas. O local é um ponto tradicional e de referência de moradores e visitantes do Centro de Magé.



Capela de Nosso Senhor do Bonfim e Mirindiba |


No Morro da Figueira (conhecido atualmente como Morro do Bonfim), no Centro, está situada a Capela do Nosso Senhor do Bonfim, construída em 1883 pela Sociedade de Música Recreio Mageense em terreno doado pelo sócio Manuel Gonçalves da Costa, no local também se encontra a famosa Mirindiba, uma árvore centenária que, segundo a lenda, seria uma índia, de linhagem Tupinambá, que foi encantada pelo pajé de sua tribo. A construção religiosa elementar conserva as características de outras capelas filiais em Magé, apesar de ter alvenaria de tijolos. Mesmo moderna, a fachada possui forma triangular e cunhais clássico, sendo o campanário com desenho mais leve e delicado.
Erguida em 8 de setembro de 1876, observa a cidade aos seus pés do cume da maior elevação do centro de Magé, e de lá é possível visualizar, não só para os pontos da cidade, como o Rio de Janeiro, a Baía de Guanabara com suas ilhas, como: o pequeno arquipélago de Paquetá e Ilha do Governador, a Serra dos Órgãos e a Baixada Fluminense e seu verde.



Caminho do Ouro |




Caminho do Ouro


Inaugurado em 1723 em Vila Inhomirim que um dia pertencia a Nova Iguaçu e hoje é o 6º distrito de Magé, o Caminho do Ouro é uma trilha antiga construída por escravos que ligava o Rio de Janeiro à Minas Gerais.[16]


Ao longo da subida é possível notar uma região pouco explora da Mata Atlântica, protegida pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos, onde encontramos cachoeiras quase desertas e antigas construções em ruínas da época da escravidão e ruínas da antiga Estrada de Ferro que ligava Vila Inhomrim à Petrópolis.
Davi Taveira é um campista figura carimbada e o mais antigo dos Monjolos atualmente, desde a adolêscencia já são 16 anos frequentando e preservando o local da degradação.



Ver também |



  • Naturais de Magé

  • Baixada Fluminense

  • Região Metropolitana do Rio de Janeiro

  • Mané Garrincha

  • Lista de municípios do Brasil acima de cem mil habitantes


Notas






Referências




  1. http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=330250&search=rio-de-janeiro%7Cmage | IBGE - Cidades


  2. https://houaiss.uol.com.br/pub/apps/www/v3-0/html/index.htm#3 Grande Dicionário Houaiss


  3. http://www.aulete.com.br/mageense Dicionário Aulete


  4. ab «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 


  5. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 


  6. ab Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (30 de agosto de 2017). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2017» (PDF). Consultado em 24 de setembro de 2017 


  7. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 


  8. ab «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 


  9. Lucas, Jorge Alexandre (1 de janeiro de 2014). «Somos todos cariocas: identidade e pertencimentos no mundo globalizado». Revista Científica Ciência em Curso (em francês). 3 (2): 111–123. ISSN 2317-0077 


  10. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.


  11. «IBGE | Cidades | Rio de Janeiro | Magé | Histórico». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 30 de janeiro de 2017 


  12. «ASPECTOS HISTÓRICOS». Câmara Municipal de Magê. Consultado em 9 de abril de 2013 


  13. «Magé Rio de Janeiro - RJ Histórico» (PDF). IBGE. 13 de junho de 2008. Consultado em 9 de abril de 2013 


  14. http://br.weather.com/weather/climatology/BRXX0145


  15. http://www.tempoagora.com.br/previsaodotempo.html/brasil/climatologia/Inhomirim-RJ/


  16. «Estrada construída por escravos no século 18 vira trilha ecológica e religiosa na Baixada Fluminense». O Globo. Consultado em 8 de maio de 2016 



Ligações externas |



  • Página da prefeitura

  • IBGE - PIB 2005


  • [1] mapa de Magé


  • [2] Lista de prefeitos












  • Portal do Rio de Janeiro
  • Portal do Brasil



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