Maguito Vilela
Maguito Vilela | |
|---|---|
![]() Maguito quando era senador | |
13º Prefeito de Aparecida de Goiânia | |
| Período | 1 de Janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2016 |
| Antecessor | José Macedo de Araújo |
| Sucessor | Gustavo Mendanha |
73º Governador de Goiás | |
| Período | 1995-1999 |
| Antecessor | Agenor Rodrigues |
| Sucessor | Naphtali Alves |
Vice-Governador de Goiás | |
| Período | 1990-1995 |
Senador por Goiás | |
| Período | 1999-2007 |
| Antecessor | José Saad |
| Sucessor | Marconi Perillo |
Deputado Federal de Goiás | |
| Período | 1987-1991 |
Deputado Estadual por Goiás | |
| Período | 1983-1987 |
Vereador em Jataí | |
| Período | 1976-1983 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Luís Alberto Maguito Vilela |
| Nascimento | 24 de janeiro de 1949 (70 anos) Jataí, GO |
| Progenitores | Mãe: Nazime Moraes Vilela Pai: Joaquim Vilela |
| Partido | ARENA (1975-1980) PMDB (1980-presente) |
| Profissão | Advogado |
Luís Alberto Maguito Vilela (Jataí, 24 de janeiro de 1949) é um advogado e político brasileiro, filho de Joaquim Vilela e Nazime Moraes Vilela.
Foi vereador em Jataí, deputado estadual (1983-1987), deputado federal constituinte (1987-1991), vice-governador de Goiás (1991-1994).
Foi governador de Goiás, de 1 de janeiro de 1995 a 4 de maio de 1998. Eleito senador em 1998, cumpriu mandato até 2006. Foi candidato pelo PMDB de Goiás ao governo do estado em 2002, pleito em que foi derrotado no primeiro turno por Marconi Perillo. Foi candidato novamente em 2006, derrotado no segundo turno por Alcides Rodrigues.
Foi nomeado pelo ministro da fazenda Guido Mantega, vice-presidente do Banco do Brasil em 2007.
Em 2008, foi eleito prefeito de Aparecida de Goiânia. Em 2012, foi reeleito. Foi cotado novamente para a disputa ao governo de Goiás em 2014.
Seu filho Daniel Vilela e seu sobrinho Leandro Vilela também são políticos[1].
Participação na Assembleia Nacional Constituinte de 1987 |
A assembleia foi responsável por aprovar a sétima Constituição do Brasil no período de redemocratização do país que seguiu a Ditadura Militar. Em fevereiro de 1987, Vilela assumiu posição na Assembléia Nacional Constituinte (ANC) entre os 559 constituintes.
Vilela votou favoravelmente ao mandato de cinco anos para o presidente José Sarney, à legalização do jogo do bicho, à criação de um fundo de apoio à reforma agrária, à limitação dos encargos da dívida externa, à proibição do comércio de sangue, à limitação do direito de propriedade privada, ao mandado de segurança coletiva, à proteção do emprego contra demissões sem justa causa, ao turno ininterrupto de seis horas, ao aviso prévio proporcional, ao voto aos 16 anos, ao limite de 12% ao ano de juros, à estatização do sistema financeiro e à soberania popular.
Ele votou contra a pena de morte, a anistia aos micro e pequenos empresários, a jornada semanal de 40 horas, a pluralidade sindical, o presidencialismo e a desapropriação de propriedade produtiva.
Ausentou-se das votações sobre a criminalização do aborto e rompimento de relações com países racistas.[2]
Referências
↑ Aposentadoria de Maguito Vilela
↑ Brasil, CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE DE 1987-88 | CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 19 de setembro de 2018
| Precedido por Agenor Rodrigues | Governador de Goiás 1995 — 1998 | Sucedido por Naphtali Alves |
| Precedido por José Saad | Senador por Goiás 1999 — 2007 | Sucedido por Marconi Perillo |
